Facebook Messenger para Windows desliza para fora para download (Atualização: download oficial disponível)

 

O Facebook lançou um programa para Windows que permite aos utilizadores utilizar o serviço de chat da rede social sem ter o browser aberto.

De acordo com o Facebook, o Messenger para Windows é uma aplicação que permite aos utilizadores conversarem e enviarem mensagens para outros utilizadores, verem as últimas atualizações dos amigos e receber notificações de forma rápida sobre o que está a acontecer.

A aplicação está ainda em fase de testes, e o Facebook diz que planeia ir lançando atualizações periodicamente e que é de esperar que o serviço fique em baixo de vez em quando, enquanto fazem melhorias ao serviço.

Para já, o programa está disponível apenas para computadores com Windows 7.

Download Facebook Messenger Setup (36)

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Carregador Disp. USB

Um carregador de dispositivos USB é muito simples de ser montado, é basicamente uma fonte de alimentação utilizando o conhecido regulador de tensão 7805, com isso, mesmo que na entrada exista tensão de até 30 volts, na saída do regulador existirá tensão fixa de 5 volts, e nesse projeto é exatamente 5 volts de saída que serão necessários.

Os carregadores de dispositivos possuem um conector de 4 fios, são usados apenas dois fios, um deles para o 0 volt (zero volt) e um fio para o positivo de 5 volts positivos (+5v), todo o trabalho é fornecer 5 volts para o soquete USB, apenas isso.

Não existe nenhuma lógica especial ou diferente de carga, carregar a bateria de dispositivos USB é a mesma coisa que carregar uma bateria de carro, acrescentando que o circuito interno de controle do processo de carga da bateria funciona com os mesmos 5 volts.Existem quatro tipos de conectores USB, o conector USB mostrado na figura abaixo é o mais comum, usado por pendrives e topo tipo de dispositivo conectado ao PC.Existe também conector USB mini 4P, é um formato menor e é utilizado por câmeras, mp3 players, palmtops e outros.

Na verdade existem quatro tipos de conectores USB que utilizam os mesmos pinos, a diferença que existe é o formato físico.

Existem alguns formatos de conectores proprietários, geralmente são versões levemente modificadas de um destes quatro formatos, por serem intercompatíveis, é bem fácil encontrar adaptadores de diversos tipos para permitir o encaixe com cabos conectores de formatos diferentes.

O USB é um barramento serial, por isso os conectores possuem apenas 4 contatos, dois deles são para a transmissão dos dados, um para enviar, outro para receber, e os outros dois para a transmissão de eletricidade, e é justamente aí que entra esse projeto.

Os dois pinos para a transmissão de dados são os dois pinos mais centrais, enquanto os para energia são os dois externos, a identificação é fácil, é só olhar um conector USB com os contatos virados para baixo, o pino da direita é o positivo e o pino da esquerda é o terra, dentro do cabo, o fio vermelho é o positivo, o fio preto é o terra, o fio verde e o fio branco são os para transmissão de dados.

Depois da montagem, o único cuidado real é com a posição de soldagem dos fios de saída de tensão.

O transformador pode ser qualquer um com tensão de entrada de acordo com a rede de energia elétrica, os dois diodos são mais comuns que falta de dinheiro no bolso de brasileiro, o capacitor de 330 uF deve ter sua polaridade observada quando realizada a soldagem, o CI 7805 também é comum, a pinagem é mostrada na figura abaixo.O LED tem a função de indicar que o circuito está ligados, demais componentes dispensam comentários.

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Testador de CIs 555

Talvez não exista um circuito integrado tão conhecido quanto o CI 555, aliás, não só conhecido, mas também tão usado, sempre que é pensado em timer vem em mente o 555, pensando em oscilador, logo vem na mente o 555, a realidade é que em muitas das montagens esse componente é lembrado.

Numa montagem utilizando o CI 555 e que depois é abandonada, em um outro projeto o montador pode desejar usar um CI que já foi utilizado em outro circuito, portanto, não existiria a necessidade de comprar outro CI, mas existe a dúvida em saber se o circuito integrado usado continua bom, é óbvio que se o CI estiver danificado o novo projeto não vai funcionar, um teste de funcionamento do CI resolve essa questão, e como é o aso dos circuitos integrados comuns, para testá-los é necessário um circuito de teste, e é esta a proposta desse circuito.

O esquema mostra um circuito simples, mas que comprova se o CI 555 está funcionado ou não, para facilitar o teste deve ser usado um soquete DIL de 8 pinos, assim é só encaixar o CI e verificar se os dois LEDs piscam alternadamente, de imediato já se sabe se o CI está ou não funcionando, no caso de defeito, ou os dois LEDs permanecem acesos ou os dois LEDs permanecem apagados, mas se os LEDs acenderem alternadamente, o CI 555 está em bom estado.

O circuito de teste obviamente que é baseado num CI 555, que oscila em baixa freqüência, onde o ritmo das piscadas pode ser alterado movimentando o botão do potenciômetro de 170K ohms, pelos componentes sugeridos o ajuste pode ser feito de 10 a 180K, e quem gosta de fazer experimentos pode alterar também o capacitor de 33uF, com valores maiores a freqüência fica menor, e com valores menores o freqüência aumenta, e acima de 3 MHz o CI já está saturado e continua funcionando, mas tende a fica aquecido.

Com ajustes no potenciômetro a freqüência pode ficar entre uma fração de hertz até alguns KHz, e foi exatamente por isso que foi incorporado ao circuito o potenciômetro, pois com freqüências muito altas o olho humano não consegue acompanhar as piscadas dos LEDs e fica a impressão que os dois LEDs ficam acesos, dando a impressão de CI danificado, então ao encaixar CI no soquete, e se os dois LEDs ficarem acesos, movimente o botão do potenciômetro e verifique se existem piscadas alternadamente.

O CI 555 funciona no modo digital, e nesse circuito, quando a saída está no nível baixo, acende o LED2, e quando a saída está no nível alto, é o LED1 que acende, e se o CI não estiver bom nenhum dos LEDs irá piscar.

Da mesma forma que quando é soldado, deve ser observada a posição correta do circuito integrado no soquete DIL de 8 pinos, é preciso ter cuidado e marcar a posição do pino 1, pois se o CI for encaixado errado, o circuito de teste vai indicar que ele está ruim, mesmo que não esteja.

Para quem gosta de utilizar matriz de contatos essa é uma boa oportunidade para praticar um pouco mais, o mesmo se refere a montagem numa placa de circuito impresso universal.

Os LEDs são comuns e podem ser vermelhos ou de qualquer cor, eu utilizei um verde e um vermelho para ficar mais bonitinho quando testar algum CI, depois da montagem realizada, os demais componentes são comuns e dispensam maiores comentários.

Mas antes que me perguntem, os resistores são todos de 1/8 de watt, o único capacitor do circuito é de 33 uF com tensão de 15 volts, e pode ser alterado de 1 uF a 220 uF, lembrando que a freqüência vai mudar com a troca desse capacitor, o resistor ajustável pode ser um trimpot ou um potenciômetro, a chave pode ser dispensada em alguns casos, o CI 555 é indispensável para o teste, e a tensão de alimentação foi prevista em 12 volts, mas o circuito funciona perfeitamente com tensão de 6 a 12 volts.

Para quem é caprichoso, pode colocar tudo dentro de uma caixinha plástica e fazer com que o circuito seja alimentado por pilhas ou colocar bornes para ligação numa fonte externa, é nesse caso que a chave liga-desliga passa a ter função.

Para testar o circuito é só encaixar um 555 novo no suporte e ajustar o potenciômetro para que os LEDs pisquem alternadamente na freqüência desejada, então o CI 555 novo pode ser retirado e o aparelho está pronto para testar outros CIs que já foram utilizados e existe dúvida quanto ao funcionamento.

Para usar o testador de CIs 555 é só encaixar corretamente o circuito integrado 555 suspeito no soquete e verificar se os LEDs piscam alternadamente, ok, ok, é bom não é? Mas é bom ficar sabendo que este circuito só serve para testar circuitos integrados 555 comuns e circuitos integrados 555 CMOS.

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Indicador de 110/220 V

O circuito abaixo é um indicador de tensões, é simples mas resolve em muitos casos, mesmo porque, não precisa de alimentação, pois a alimentação vem da própria rede elétrica.

Quando o circuito for ligado em 110 volts, apenas um dos LEDs irá acender, e se for ligado em 220 volts, os dois LEDs acenderão.Tenha cuidado ao manusear circuitos que não tenham isolamento da rede de energia elétrica, pois choques podem ser fatais.

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Fonte Veicular EEEPC

Quanto menor melhor, pelo menos quando se fala em tecnologia, eu sempre pensei assim, e de repente, senti a necessidade de comprar um notebook o menor possível, a idéia inicial era usar o celular conectado à internet, mas o celular não era tão prático, toda vez que uma mensagem chegava, um novo aviso, uma nova parada para ver o e-mail, se fosse por mensagem de texto, seria da mesma forma.

O meu sistema ideal seria a partir de um aviso, olhar a tela e ver tudo, como trabalho com entregas, veria de uma vez todos os pedidos numa única tela, e a medida que fossem sendo entregues, clicaria-se num link e uma atualização na página seria feita.

Mas meu equipamento teria que ser muito portátil, pois no mínimo deveria ficar dentro do carro, mas sempre o mais próximo possível, assim eu estaria diretamente ligado a central captadora dos pedidos, que por sua vez enviava via internet e em segundos eu já encaminhava para o destino final.

Como conhecia bem minha necessidade, comecei a procurar algo que combinasse o melhor da técnica e do preço, e que fosse tecnicamente viável para meu uso, obviamente que sem preço alto demais.

Encontrei ofertas acima de R$ 1500,00, e meu problema estaria resolvido, para pagamento, o cartão de créditos em 10 ou 12 vezes daria conta do recado.

Mas vamos ser francos, os notebooks cresceram muito, o menor que encontrei tinha próximo dos 35 cm, e esse tamanho é grande demais para carregar com aquela chamativa maleta, talvez, se colocasse numa sacola nas costas…… mas aí já ficaria ruim demais.

De repente, por R$ 780,00, me vi diante de uma boa oferta: “Notebook 7” LCD Processador Intel Celeron 900Mhz Mem. 512MB HD 4GB + Webcam embutida, Wireless G– EEEC PC701 Preto ASUS”.

O preço estava bem acessível, mas a tela de LCD de apenas 7 polegadas me deixou surpreso, e fui direto na ficha técnica, mas só pelo fato de ser da marca ASUS já estava quase tudo decidido, era esse o meu aparelho.

Com uma descrição de encher olhos, fui vendo os detalhes:

Tela de 7 polegadas, com menos de um quilo e com armazenamento em memória Flash, o eeePC é um lançamento da Asus que permite levar o o notebook onde quiser.

Especificações:

Processador Intel Mobile Celeron 900mhz (CPU e Chipset)

Memória 512mb DDR2-400

Hard Disk 4gb SSD

Placa de Vídeo Intel UMA – 8Mb compartilhada

Display Tela 7″ WXGA LCD Widescreen

Som Integrado Compatível com Sound Blaster (Hi-Definition Audio CODEC)

Microfone embutido / 2 Autofalantes embutidos

Web Cam 300K pixel video camera

Leitor de Cartão 4 em 1: SD e MMC

Lan/ Rede 10/100/1000 Gigabit ( RJ-45)

Wireless Rede 802.11 b/g

Modem 56k

Sistema Operacional Linux Pré Instalado, mas compativel com Windows XP

3 portas USB 2.0

Entrada para Microfone

Entrada para Fone de Ouvido

Saida VGA para Monitor

Touch Pad c/ Scroll Pad dedicado

O problema apareceu na duração média da bateria que é de três horas, mas nada que um técnico em eletrônica não de jeito.

Pesquisei por uma fonte veicular para o aparelho, e para minha surpresa, apenas a fonte veicular iria custar 1/8 do preço do eeePC 701, mais de R$ 100.00, mas não tem problema, faço o pedido e com ele em mãos, dá-se um jeito na fonte, e assim foi feito.

Apesar do danado ser pequeno, consome 3 ampères, por isso a fonte tem que suprir um pouco mais do que três ampères, e lá vou eu aos testes,não sei se você teria coragem, mas, modestamente, sei o que estou fazendo.

A fonte original, tem mais ou menos 9.5 de saída, funciona legal, mas botar um no-break no carro só para alimentar um eeePC 701 é muita covardia.

Bem, ele veio com linux, nada contra, mas coloquei o windows XP, e o problema da fonte foi resolvido com menos de R$ 15.00, apenas 4 diodos e um fusível, conforme esquema abaixo.Os diodos que usei são aqueles que são usados nos alternadores de carro, devido a sua alta potência e dissipação, vale lembrar que eles se aquecem um pouco, mas não queimam, quem achar melhor pode colocar os diodos em dissipadores separados, três diodos são colocados em série para fazer aproximadamente 10.5 volts, o diodo ligado em paralelo tem como função queimar o fusível no caso de uma distração e ligação dos pólos invertida, a fonte é a bateria de 12 volts do carro.

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Amplificador de Vídeo

O circuito abaixo tem um ganho de aproximadamente 15 dB, e pode operar numa freqüência de 4 MHz.

Um capacitor de 120 pF pode ser ligado em paralelo com o resistor de 470 ohms, para melhorar a compensação de freqüência.

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32 Portas Com PIC16F84

Com a utilização do circuito da figura abaixo é possível controlar até 32 cargas a partir de apenas uma entrada RS232, como componente principal é usado um PIC16F84, o controle pode ser feito a partir de um computador que tenha uma saída RS232 livre.

Mesmo que o circuito pareça complicado, na verdade não é, note que os dados que saem do PIC16F84 vão para cada um dos 4 circuitos integrados 74LS573, e cada um deles tem 8 saídas.

Demais detalhes são desnecessários, uma vez que esse é um circuito para quem já está acostumado a manusear PIC.

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Chave Estática (TRIAC)

Com o circuito sugerido abaixo podemos controlar cargas de potência que exijam correntes de até 6A na rede de 110V ou 220V.

Os valores de R1 dependem da tensão da rede e o circuito é sugerido pela RCA.

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Seguidor de Sinais

Existem momentos em que se torna necessário um amplificador que tenha boa sensibilidade, seja para testar um microfone, uma cápsula de toca-discos, seguir sinais de um amplificador que não tem potência suficiente para excitar um alto-falante, enfim, um seguidor de sinais de áudio ou de sinais de rádio freqüência.

Um amplificador seguidor de sinais pode ser utilizado na bancada do hobbysta ou do técnico reparador para acompanhar o sinal dos aparelhos em teste pelas diversas etapas, se o sinal deixar aparecer, o problema será facilmente resolvido.

Não vou ensinar a seguir sinais num circuito, mas com certeza quem já teve a necessidade e deixou de realizar um conserto por falta de um “mixo” seguidor de sinais, essa é a hora de aproveitar e montar esse circuito que serve como ferramenta de bancada.

O circuito apresentado abaixo é alimentado por 6 ou 9 volts, na verdade, o CI LM 386 pode ser alimentado por tensão contínua de até 15 volts, como tem um consumo bem baixo, pode ser utilizado pilhas, quem desejar colocar uma fonte (eliminador de pilhas) basta que seja seguida a polaridade dos fios e ter certeza de que a fonte não tem mais de 15 volts.

O circuito prevê duas chaves, S1 para ligar e desligar o seguidor de sinais, S2 é de 1 pólo e duas posições, na posição onde o sinal passa pelo diodo de germânio, o circuito serve como seguidor de sinais de rádio freqüência, na posição áudio é para seguir sinais de áudio.

Cuidados devem ser tomados com relação a posição dos capacitores eletrolíticos e com a pinagem do CI LM 386.

Demais componentes dispensam comentários, já que são todos componentes comuns.

Depois de montado e testado a sugestão é que o circuito seja colocado dentro de uma caixa, pois na bancada com tudo exposto, tudo pode acontecer. Existem momentos em que se torna necessário um amplificador que tenha boa sensibilidade, seja para testar um microfone, uma cápsula de toca-discos, seguir sinais de um amplificador que não tem potência suficiente para excitar um alto-falante, enfim, um seguidor de sinais de áudio ou de sinais de rádio freqüência.

Um amplificador seguidor de sinais pode ser utilizado na bancada do hobbysta ou do técnico reparador para acompanhar o sinal dos aparelhos em teste pelas diversas etapas, se o sinal deixar aparecer, o problema será facilmente resolvido.

Não vou ensinar a seguir sinais num circuito, mas com certeza quem já teve a necessidade e deixou de realizar um conserto por falta de um “mixo” seguidor de sinais, essa é a hora de aproveitar e montar esse circuito que serve como ferramenta de bancada.

O circuito apresentado abaixo é alimentado por 6 ou 9 volts, na verdade, o CI LM 386 pode ser alimentado por tensão contínua de até 15 volts, como tem um consumo bem baixo, pode ser utilizado pilhas, quem desejar colocar uma fonte (eliminador de pilhas) basta que seja seguida a polaridade dos fios e ter certeza de que a fonte não tem mais de 15 volts.

O circuito prevê duas chaves, S1 para ligar e desligar o seguidor de sinais, S2 é de 1 pólo e duas posições, na posição onde o sinal passa pelo diodo de germânio, o circuito serve como seguidor de sinais de rádio freqüência, na posição áudio é para seguir sinais de áudio.

Cuidados devem ser tomados com relação a posição dos capacitores eletrolíticos e com a pinagem do CI LM 386.

Demais componentes dispensam comentários, já que são todos componentes comuns.

Depois de montado e testado a sugestão é que o circuito seja colocado dentro de uma caixa, pois na bancada com tudo exposto, tudo pode acontecer.

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Falso Decodificador

Este circuito permite que os sinais “falsamente codificados” que se propagam através do ar na faixa UHF e nos sistemas de distribuição por cabo possam ser vistos normalmente.

Não são todos, mas alguns provedores de sinal de TV via RF ou via cabo transmitem os sinais de determinados canais codificados, cuja finalidade é impedir a exibição sem que o assinante pague alguma taxa.

Não existe nenhuma ilegalidade em captar um sinal de rádio freqüência no ar, e retirar dele o conteúdo da transmissão, no que diz respeito a sinal via cabo, se o aparelho decodificador for do provedor não pode ser alterado, é contra a Lei, e todos os detalhes do regulamento devem constar no contrato.

Conforme citei, captar e utilizar o sinal, desde que não seja retransmitido, e nem exibido em locais públicos não é crime, você mesmo deve ser dono do receptor e “fabricar” o modo de captar e utilizar um sinal supostamente “codificado”, e quem provê é que tem a obrigatoriedade de evitar que isso aconteça.

Existem aqueles que pensam de maneira diferente, mas são modos de pensar, todos da minha região sabem que captei por muito tempo o sinal de rádio de uma TV por assinatura que transmite seus sinais via rádio, mas nunca vi um filme sequer, serviu apenas para demonstrar a fragilidade do sistema deles, e depois que trocaram de sistema, ainda não tentei “pegar” o sinal pelo novo sistema.

Para cada cabeça uma sentença, tudo o que é ensinado no Ibytes é em caráter educacional, ou seja, para fazer experiências, então, quem desejar experimentar, será por sua conta e risco, tanto do modo de funcionamento como do ponto de vista legal.

Existem provedores de sinal de TV que utilizam sistemas codificados para evitar que o assinante possa sintonizar todos os canais, mas existem outros que apenas invertem o sinal de vídeo composto.

A inversão da polaridade do sinal faz com que o demodulador do receptor não consiga detectar e estabilizar a imagem, até sintoniza alguma coisa, e o áudio pode ser escutado com boa qualidade, mas o vídeo fica correndo na tela, com o fundo geralmente preto com barras nas cores cinza.

O circuito aqui proposto inverte o sinal de vídeo em 180 graus, e mantém a sua forma original que é 2:1, além disso, é amplificado para melhorar o nível do mesmo.

O primeiro transistor é responsável por pré-amplificar, onde o ajuste correto é conseguido ao movimentar o potenciômetro, e o segundo transistor amplifica o sinal resultante.

Os capacitores no circuito de entrada e de saída impedem a passagem de qualquer tensão contínua (DC), deixando passar apenas o sinal de vídeo, devido a essa característica, é muito importante alimentar o circuito com uma fonte bem filtrada e estabilizada para manter o sistema estável.

Se você tiver dinheiro e vontade pode projetar uma placa de circuito impresso, uma vez que são poucos componentes e é um circuito fácil, mas de muita utilidade se você recebe os sinais “falsamente codificados”.

Quanto ao ajuste, vai ser diferente para cada canal, podem existir coincidências, por isso é recomendável deixar o botão de ajuste do potenciômetro bem acessível, o objetivo é ter facilidade para ajustar o sistema.

O circuito não é crítico, os valores dos resistores podem ter até 10% de tolerância, os capacitores são para 16 volts, e para melhor estabilidade, a fonte deve ser bem filtrada e com boa regulagem.

Para quem tem fontes de até 30 volts, pode usar um regulador do tipo 7812 com um capacitor de 2200 uF por 16 volts na sua saída, e em paralelo com o capacitor eletrolítico, um capacitor de poliéster de 100 nF.

Uma vez que este circuito não tem fonte de sinal, para saber do funcionamento é necessário que seja montado em um circuito já existente, a maneira mais fácil é ligar na saída de vídeo composto de um sintonizador de TV, pode ser outra fonte de sinal, como um videoK7 ou DVD, obviamente que na fonte deve ter a possibilidade de retirar o sinal de vídeo composto.

A saída do circuito é ligada a entrada de sinal de vídeo composto de uma TV, para maior facilidade use o controle remoto ou o botão do painel e coloque em AV, e conecte o conector RCA na entrada correspondente, se o sinal ficar com as fases invertidas, ou seja, o sinal ruim na TV, significa que, a primeira vista, o circuito está funcionando, para comprovar a inversão de fase, faça dois circuitos e ligue os dois em série, o primeiro “inverte” o sinal, e o segundo “desinverte” o sinal, e o sinal da TV receptora será normal.

Como se vê, não é necessária nenhuma especialização, apenas requer conhecimento básico de eletrônica e não envolve riscos para os inexperientes ou principiantes.

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